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Não mais

começa no aguardar: na inquietude do peito, em como eu, sempre afeito ao silêncio do leito desacompanhado, deito e sinto ausência no ar. inspiro essa falta: não é solidão, nem saudade; não me vem com tristeza, porém me faz dela refém, e nada contemplo além do aperto que me assalta. longe, a cor escarlate: e a fumaça anuncia a chama que, outro dia, cultivei, e me amacia o coração para o abate. ponho-me, enfim, a agir: o fumo me alcança, feição ainda mansa, e dada-me a ansa lhe faço sumir: não mais, não aqui. Aracaju, 23 de agosto de 2020